Uma parábola sobre o sucesso temporário dos que ignoram o básico digital e o valor eterno de quem entende o que faz. O barco da ignorância pode flutuar um tempo, mas é o farol da competência que o mantém navegando.
Eles chamaram de "pesquisa de usabilidade", mas no fundo foi só um café entre colegas apertando botões que já conheciam de cor. O erro clássico das empresas que testam seus produtos apenas com a própria equipe, confundindo ensaio interno com pesquisa de usuário real.
Uma manicure cria seu perfil no Google, junta avaliações sinceras, começa a mostrar o trabalho em vídeo e passa a ganhar mais com plataformas e comissão de produtos do que apenas com os atendimentos. Recusa propostas arriscadas e vira embaixadora de uma grande marca de esmaltes em regime de cobranding.
Três sócios de um escritório de advocacia substituem estagiários por uma IA generativa para acelerar o trabalho. O resultado: petições falsas, jurisprudências inventadas e clientes furiosos.
Um projeto que começou com ambição e confiança, mas afundou no tempo, e no burnout do freelancer. O texto reflete sobre saúde mental, atrasos não planejados e a dura realidade de profissionais competentes que colapsam tentando entregar tudo sozinhos.
O escritório que acreditou ter se digitalizado, mas apenas transferiu o caos para a nuvem. Um retrato elegante e irônico da dependência humana em tempos de automação mal compreendida.
Uma tragicomédia corporativa em seis atos sobre o que acontece quando marketing, UX, TI e automação tentam ser heróis na mesma Black Friday. Tudo corria bem até alguém tentar "melhorar só um pouquinho".
Um e-commerce que fez uma campanha perfeita e descobriu o caos que vem quando a operação não acompanha o sucesso. Uma lição sobre o perigo de vender antes de estar pronto, e sobre como processos sólidos sustentam resultados digitais duradouros.
Um e-mail "oficial" que parecia golpe revelou algo mais perigoso: a confusão entre autoridade e intimidação. Como reconhecer o abuso de poder travestido de legalidade e como sobreviver num país onde a burocracia intimida mais que a concorrência.
O excesso de automação sem estratégia que transforma o marketing e as vendas em um labirinto de fluxos, dados e ferramentas desconectadas. Empresas médias, na busca por eficiência, perdem clareza, foco e resultado.