Crônicas reais (ou quase)

Fulano descobre que medicina e tecnologia tropeçam nos mesmos erros: tradição que vira superstição, novidade que vira ruído e estudos frágeis que ganham ar de verdade científica. Uma reflexão sobre dogmas, algoritmos, sensacionalismo digital e a arte rara de pensar antes de acreditar.
Uma empresa decide automatizar tudo com IA generativa e descobre da pior forma que inteligência artificial sem inteligência humana é só descuido automatizado.
Um feirante tradicional transforma sua anotações despretenciosas em planilha de dados e descobre padrões que aumentam o lucro e reduzem perdas. O método viraliza, atrai marcas e investidores, e prova que ética e tecnologia ainda podem dividir a mesma barraca.
Uma crônica mordaz sobre uma empresa que quis adotar IA sem saber o que fazia. Entre confusão estratégica, hype vazio e decisões apressadas, surge o aprendizado fundamental: antes de falar de IA, é preciso entender o próprio negócio e seus clientes (interno e externo).
O empresário achava que "marketing digital não funcionava", até descobrir que o vilão era um formulário interminável. Uma lição sobre UX, atrito e a arte de não espantar o cliente antes mesmo de ouvir o que ele tem a dizer.
Uma empresa comum, um servidor antigo e uma senha óbvia demais. O ataque que se seguiu não foi obra de um hacker brilhante, mas do descuido coletivo travestido de eficiência. Uma crônica sobre a cultura do "funciona, deixa assim" e seus custos invisíveis.
Um advogado tentou fazer sua primeira campanha no Google Ads, mas acabou com o nome do escritório publicado em um site de classificados entre vagas de emprego. O caso gerou um susto ético e uma lição prática.
Uma parábola sobre o sucesso temporário dos que ignoram o básico digital e o valor eterno de quem entende o que faz. O barco da ignorância pode flutuar um tempo, mas é o farol da competência que o mantém navegando.
Eles chamaram de "pesquisa de usabilidade", mas no fundo foi só um café entre colegas apertando botões que já conheciam de cor. O erro clássico das empresas que testam seus produtos apenas com a própria equipe, confundindo ensaio interno com pesquisa de usuário real.
Uma manicure cria seu perfil no Google, junta avaliações sinceras, começa a mostrar o trabalho em vídeo e passa a ganhar mais com plataformas e comissão de produtos do que apenas com os atendimentos. Recusa propostas arriscadas e vira embaixadora de uma grande marca de esmaltes em regime de cobranding.